Uma saga – Várias histórias (1)

A máquina

Ao final de tudo, foi um bom dia para começos…

O ano é 2009. Encontro-me agora perfeitamente infiltrado, mas não encontro-me em situação favorável. Infiltrar-me foi bem pior do que agora: tive que utilizar de estranhas práticas carinhosas comuns entre esses estrannhos seres, atrair toda atenção para mim, utilizando principalmente de uma tática de guerrilha conhecida por eles como “humor’, mas isso agora não vem ao caso. O lugar onde me encontro é bastante aterrador: suas paredes são de cor semelhante ao branco, enquanto suas pilastras são de uma cor que é intermediario entre o vermelho e o amarelo. O lugar possui muitas salas, que são separadas das passagens por divisórias verdes, e só são acessíveis por seus respectivos grupos.

Minha sala é com certeza a mais bizarra, principalmente pelos seres idiotas elementos que me cercam; um posui uma expressão sempre maléfica, como se estivesse constantemente tramando um assassinato (que eu tenho a impressão de ser o meu); outro tem os fios capilares organizados de um jeito totalmente diferente do modo que a maioria adota; o 3º tem a fisionomia facial muito semelhante à de um profissional que usava de sua voz para alertar os habitantes de terras longínquas sobre seus próprios problemas, também demonstra extrema dextreza com os pés ao tanger um objeto esférico; o 4º é bastante assustador com fios capilares brotando de todo o corpo e braços e pernas 2 vezes mais grossos que os meus; o 5º demonstra fisionomia bem comun, muito semelhante aos diversos trabalhadores braçais que circulam agora pelo lugar; e o último tem velocidade e impulsão sobre-humanas.

Porém, não é sobre eles que venho explanar-lhes. Venho aqui relatar meus conhecimentos acerca de um objeto que parece exercer muita influência na vida desses estranhos seres: a máquina de fotocopiar.

Toda instituição semelhante a essa possui em seu interior uma máquina como essa, que serve para reproduzir imagens captadas por um sensor em cima dela, possibilitando assim que cada ser presente tenha material similar ao ser superior no comando.

Porém, desde que a instituição abriu, essa máquina não nos foi revelada, e começamos a achar que ela não existe, não foi apenas uma vez que tivemos de usar nosso poder aquisitivo para que tivéssemos condições de acompanhar o comandante. E isso causa uma imensa revolta nos estranhos seres que me cercam. Diversas tentativas foram feitas, algumas até sob minha tutela, porém nenhuma até hoje alcançou o sucesso. Nesses momentos surgem várias perguntas, como: “onde está a máquina de fotocopiar?” ; “ela existe mesmo?”.

Minhas perguntas são as seguintes: “como isso vai terminar?”, acho que após todo esse tempo de infiltração acabei me apegando por esse caso em especial; “Será que ainda vou estar em missão quando essa saga termianr?”; seria de imenso pesar acabar com minha missão e levar comigo essa curiosidade, a de ir para casa sem ver o fim dessa saga épica.

Termino por aqui esse relatório, pois temo pelo sucesso da missão, temo ser descoberto. Enviarei mais detalhes no próximo relatório.

Continua…

by AgaGê

4 comentários sobre “Uma saga – Várias histórias (1)

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