Cem anos de tortura

“colégio federal bla bla bla whiskas sachê desculpinhas esfarrapadas TSC TSC -n BRINKS S2” – LAÍS FERNANDES. u.u

Hai ai…

Chega desse papo de “ah, não estamos postando porque temos muito dever de casa”, ou “não estamos postando porque o professor de matemática é um cara bondoso e nos passou 65.000 exercícios pra amanhã”, ou ainda “não estamos postando porque somos homossexuais e nossas doses de estrogênio diárias estão entrando em conflito com as de testosterona e nos causam um efeito de não-postagem-em-blog horrendo”. Não postamos por pura preguiça. Chore.

E também porque não dá tempo.

E antes que a senhorita Laís venha nos dizer que somos uma cambada de baianinhos preguiçosos que só pensam em ficar deitados numa rede o dia todo, bebendo água de coco e jogando PW o que no fundo, no fundo, é verdade, digo-a que… infelizmente ela está certa.

Como eu já disse, não postamos por pura preguiça. Porque ao invés de postarmos, dedicamo-nos a horas e mais horas de up de chars em PW. Que triste.

Só que na semana passada… ou retrasada… ah, uma semana dessas aí, nosso querido, amável e entusiasmante colégio completou seus 100 aninhos de existência.

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Caraca, esse guarda-chuva é meu! Brendo, ladrão!

Surge em mim então a seguinte questão: COMO um colégio como esse conseguiu se manter de pé por CEM ANOS? Como ainda não o derrubaram? Eu estudo nele a quase dois anos e já estou pensando em construir meu próprio Killdozer e… repensar a forma física do colégio, reconstruindo-o de acordo com o modelo arquitetônico de cidades medievais em períodos pós-guerra ou pós peste negra, ou seja, destruí-lo por completo. Não o fiz ainda porque, como disse o Sr. professorinho em um de seus comentários, isso é um crime federal, sendo assim, uma atitude não tão viável.

Enfim, querendo nós ou não, o colégio completou seu século de vida.

Como o AgaGê já adiantou pra vocês no CastJokers, várias programaçõezinhas inúteis interesantes aconteceram por todo o país em função desse centenário. A diferença, é que nós somos pessoas muito sortudas e, enquanto todas as unidades pararam por uma semana para comemorar os cem anos do colégio, nós paramos por três dias apenas, pois “nosso calendário estava atrasado”, “nós estávamos com matéria atrasada”, “nós éramos atrasados” – mentira.

Aí, nós como sempre, sobramos. Tivemos aula na segunda-feira, paramos na terça, na quarta, e na quinta e retornamos na sexta. Nós, do blog, um entre tantos outros trabalhos de português, ficamos responsáveis por fazer a cobertura do segundo dia de programação, a quarta-feira.

Mesmo não sendo de nossa jurisdição, vou fofocar pra vocês o que aconteceu nos outros dias. Não que sejam coisas interessantíssimas, as quais não se possam perder detalhes, mas só porque eu sou do contra mesmo.

Terça-feira foi o dia da ação social. Cortes de cabelo grátis, exames pra descobrir tipo sanguíneo grátis, palestras sobre saúde da mulher grátis, palestras sobre saúde bucal grátis, doação de AgaGês grátis, entre outros.

A quarta-feira foi o dia “tecnológico”. Houve reciclagem tecnológica, em que o AgaGê trabalhou pegando sucata e transformando em coisas mais inúteis ainda mais utilizáveis. É um trabalho realmente interessante e os resultados são muito bonitos: são feitos brincos de estabilizadores, colares de monitores, anés de CPU, saias de placa-mãe, entre outros. Claro que não, né.

São colares, anéis, chaveiros, feitos com pedaços inutilizados de peças de computador como placas-mãe, processadores, teclas, memórias, entre outros, que teriam como destino final um lixão, contribuindo para o Apocalipse.

Abaixo, fotos dos materiais produzidos:

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Um câmera realmente exemplar, não?

Houve também inscrições para vestibular gratuitas, onde as pessoas puderam inscrever-se gratuitamente para vestibulares (sério cara?). Teve o professor de física mostrando um experimento com lentes côncavas e convexas (aliás, o primeiro experimento físico que eu vi dar certo):

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O terceiro dia, pela manhã, foi reservado para apresentação dos melhores vídeos produzidos no ano passado e neste ano pelos alunos. À tarde houve apresentações musicais(õ/) e de dança. À noite, o pessoal de uma orquestra tocou – que por sinal eu perdi – e o bolo foi cortado, dando fim às comemorações.

Como eu sei que vocês estão curiosos, não vou mostrar videozinhos de mim tocando violão e bateri… caixa, bumbo e pratos e de Zezinho cantando apaixonadamente, por que eu sou muito malvado. Mentira. Só não uparam os vídeos ainda, então, espere. Aliás, gostaria de agradecer a Patrick (baixo), Kleuber (violão), José Vitor (violão), e Matheus (guitarra) pelo som muito bem feito.

Foi issaí. Até os 101 anos de CEFET que virou IFET. See ya!

****

Feliz aniversário ao Senhor AgaGê e à Senhorita Thânmara! – nada de post comemorativo não, hehe.

3 comentários sobre “Cem anos de tortura

  1. “doação de AgaGês grátis” OOPA -n
    Esqueceu de acrescentar: nenhum carrinho/brinco/anel/cordão/chaveiro foi guardado para nossa querida fã do RJ, morra guria. XD
    Besos

    Curtir

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