Ahhh, o verão…

Porto Seguro da Bahia. Terra do axé, cachaça e putaria. Ou assim disseram turistas vindos para aqui pela CVC.

Bom, axés, cachaças e putarias à parte, o fato é que minha nada querida cidadezinha é palco das férias dos sonhos de muitas pessoas. E essas infelizes pessoas quase sempre vem realizar esse maldito sonho no verão. E óbvio que a cidade fica realmente lotada e caótica no verão. Quer coisa melhor?

Outro fato importante é que desde o fim de semana passado, começaram-se a notar pequenos rebuliços e panavuêros, então está declarado: Começou o verão porra!!!

E é lógico que o verão é palco dos – ainda pouco- famosos contos de verão. Contos de verão são aquelas histórias que só acontecem no verão, e que você com certeza vai contar pros seus netos um dia. E é com imenso prazer que venho inaugurar essa categoria aqui nesa pocilga internética =D!

Ao longo da temporada infernalmente quente do verão, irei contando a vós tudo que me acontecer, e caso não aconteça nada de interessante eu conto contos dos verões passados.

Eis o primeiro conto.

Estava eu, no auge dos meus 3 anos de idade, na praia brincando com um caminhãozinho, na época em que eu ainda me divertia com caminhões, na areia da praia. Como todo bom magro, eu sou de paz, não por querer ser, mas por ter que ser, pra não morrer cedo.

E eis que um daqueles aprendizes de valentões (eu não me lembro dessa história, meu pai quem me contou-a, e me disse que o guri aparentava uns 5 anos de idade) toma meu caminhãozinho. Lógico que levantei e fui tirar satisfações, mas de pronto, o moleque me aplica um golpe de extrema perícia técnica, conhecido por vós como empurrão, e me derruba ao chão.

Nesse momento eu, calmamente, me levanto, me limpo, olho pro céu, e, aidna calmamente, cerro meus punhos, e concentrando meu chi/chakra/cosmo/qualquer outra forma de energia mirabolante-faiscante-brilhante nele e profiro o mortal golpe do soco-com-sangue-no-zóio.

AgaGê WIN! Perfect!

E sentindo toda a euforia de ter derrotado sete trolls com um golpe só, continuo calmamente minha brincadeira de caminhãozinho.

Lógico que o moleque, como todo bom feladumaputa que não sabe perder, vai correndo aos braços do progenitor chorar sua derrota, na esperança de que o progenitor a convertesse numa vitória, Enquanto meus pais assistiam a cena apreensivos de que o moleque gerasse preocupações e dores de cabeça em pleno domingo.

Mas, para surpresa geral da nação, o pai do moleque loser não vem apedrejar meus pais, mas sim oferecê-los vinhos, presumo eu, por fazer o que ele vinha querendo fazer a muito tempo.

Acho que acabo de provar científicamente que o método da havaianada na garganta funciona para educar crianças.

E que Nimb role bons dados para você!

Um comentário sobre “Ahhh, o verão…

  1. kkkkk, havaianada na garganta funciona kkkk vou educar minhaa sobrinhaa agoraa só assim.. heheheheheh
    bom verão HG, mais sem caminhãozinho.bj:D

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