Parabéns pra você… – Parte 2

Que saco.

O AgaGê tem lá as idéias mirabolantes dele de fazer posts de pesquisa, que dão um trabalho descomunal, e eu acabo sobrando, porque essa bagaça aqui também é minha. É bom que eu posto alguma coisa. Já tava na hora né…

Como ele dizia, dia… acho que 19, não sei, essa joça que você insiste em visitar mesmo sabendo que não trará nada de útil e influenciará tanto na sua vida quanto uma folha de árvore caindo na floresta Amazônica, fez um ano de existência. Nós, como típicos homens, não lembramos do aniversário dele, que por ser apenas um site e não uma mulher, não ficou bravo, nem reclamou, não ficou triste ou ameaçou separação.

Outra vantagem disso, é que não precisamos dar presente a ele, nem tratá-lo melhor nesse dia. Fazemos o de sempre: postamos. Que por sinal eu não tenho feito sempre.

Enfim…

Continuando com a super-ultra-clichê retrospectiva (que deveria ter sido feita no começo do ano), em Agosto, Zezinho fez um post sobre a viagem de Jequié da qual nem eu nem AgaGê participamos e ficamos em nossos respectivos lares consolando-nos via PW, com um extremo arrependimento de não ter juntado dinheiro/tirado o CPF a tempo. AgaGê fez um post sobre o que realmente é um aniversário, e eu fiz outro sobre presentes que NÃO podem ser dados a crianças. Tevê, o ex-Joker filho de Chuck Norris como bom otaku que é, comemorou os dez anos de Naruto e os 65536 episódios do anime com um post, enquanto Stéphano falava sobre os tipos de gente que que se encontra numa sala de aula.

2pac continuou o mês com um post sobre coisas muito úteis (um dos com os quais eu mais dei risada aqui, por sinal) e eu inaugurei a categoria Fast Jokers (aqui no blog apenas), arranjando assim uma excelente forma de desculpa esfarrapada para com os leitores, onde eu posso contar uma besteirinha qualquer e mimimizar sobre minha falta de postagem, acalmando os ânimos do animal que lê e gerando nele expectativa pra uma possível postagem. Uma tremenda sacanagem, eu sei. AgaGê fez então o Manual de Gírias de Baiano, mostrando nossa cultura from Porto Seguro para o mundo, e recebemos a ilustríssima contribuição do caro Lucas Akira, com as Técnicas de manipulação de uma verdade universal. AgaGê então fez um post sobre as brincadeiras maléficas de crianças e sobre as férias dele e sua operação de troca de sexo “onde o Sol não bate”.

E só depois de ter concluído a fala sobre o mês de agosto, eu percebi que eu enumerei os posts dos últimos pros primeiros. Não vou consertar, no próximo sai certo.

No mês de Setembro, mais um post-obrigação em comemoração aos 100 anos do CEFET, um outro falando de como você pode se lascar sem que as consequências venham a você, simplesmente colocando a culpa em outro, e um post em que o AgaGê fala de sua amigável relação com seu progenitor. 2Pac fala sobre o comportamento animal do homem numa partida de futebol, e AgaGê tenta convencer você que é mulher a namorar com ele que é Nerd, em “Motivos para namorar um Nerd”, como se você fosse largar seu macho de 30cm de braço e 100kg de massa corpórea por um raquítico branquelo que não sai ao Sol (não falo do Edward Cullen, falo de um Nerd). Doce ilusão…

Eu, em “Trip to Texas City” mostro minha viagem a Teixeira de Freitas, algo que te interessa muito. No mesmo post, eu descrevo detalhadamente uma cutucada no nariz, que foi o que salvou o post e que também foi uma das minhas maiores façanhas. Inútil, mas admita, genial. Não, só inútil.

AgaGê então descreve o antro de loucura em que vivemos, também conhecido como IFET, que antes era CEFET, onde passamos 32 horas por dia. Stéphano então, faz um post tratando das diversas situações cotidianas vistas de pontos de vista diferentes (o do homem e o da mulher).

E eu, percebo agora que fiz errado a bagaça denovo. É nisso que dá escrever enquanto se joga PW. Eu sei que isso não fará diferença e sei que você também não lembra de nem metade de tudo isso que dissemos nesses dois posts. Nem eu lembrava. Só lembrei porque o wordpress como boa plataforma que é, me oferece recursos de pesquisa extremamente práticos. Mas vejamos se eu consigo fazer isso certo agora.

Outubro foi um mês de pouca produção. Começamos o mês já pedindo desculpas por não postarmos, com a mesma ladainha de sempre. AgaGê então com sua fominhagem por Trollagens, criticou certos tipos de música, de acordo com sua perspectiva. Pra variar, um monte de comentários de gente desinfeliz mal-resolvida, e o GM rebatendo os comentários. Como toda boa Trollagem tem apenas 3 finais – quem critica ganha, quem é criticado ganha ou, em 90% dos casos, ninguém chega a conclusão nenhuma -, essa terminou com ninguém chegando a conclusão nenhuma.

Em seguida, agradecemos aos nossos leitores pelas 50 mil visitas e fizemos mais um post-de-trabalho-de-português falando do nível100 do CEFET dos 100 anos do colégio. AgaGê inaugurou uma nova perspectiva de o que pode ser feito numa festa que não seja ligado a queixar, se embebedar, ou coisa parecida em “E quem disse que a noite é pra se strondar?”. Depois, mais um Fast Jokers pra te enrolar e mais um post que o AgaGê fez dos que eu não li, portanto não sei sobre o que era, mas sei que o título era “Social moments”. Procuraí.

Aê, dessa vez a ordem cronológica tá certa. Continuando:

Novembro foi um mês um tanto… normal. Exceto pelo que foi diferente, foi tudo igual. Tá, foi o mês em que o blog deixou de ser um trabalho de português e nós, pudemos sentir um pouco mais de liberdade. AgaGê por exemplo, sentiu-se à vontade para falar suas palavrinhas de baixo calão, podendo assim utilizar os 80% restantes do seu vocabulário “popular”, que até então mantinha-se guardado, o que gerou discussões entre a comissão organizadora do blog (ele e eu), e o que nos fez parecer um casal discutindo sobre pagar ou não pensão alimentícia, uma vez que sou meio contra essa parada de falar palavrão e tal. Mas é o jeito dele e não posso ir contra isso.

Em seguida, ele fez mais um post inútil sobre banheiros, que eu também não li até hoje, e que eu cultivo a esperança de um dia ler. O post seguinte foi o primeiro CineJokers, nossa primeira obra cinematográfica que nos tomou várias horas, mas que, acredito eu, ficou boazinha. AgaGê então, fez um post sobre as “Maravilhas da culinária contemporânea” e em seguida um post inútil sobre Política. Pra fechar o mês, mais um de nossos tradicionais e cansativos manuais, o de “Como não ser mais um acéfalo na internet”, onde ele te ensina a usar direito o MSN, já que você não leu o manual de instruções.

Em dezembro, meus queridos amiguinhos viajaram pra Eunápolis, ou melhor, foram, porque isso não é bem uma viagem, pra jogar bola, o que rende o “Just another intercourse to Eunápolis (6)”. Um post sobre verão, um outro Fast Jokers enrolatório, e um outro sobre “Eventos obrigatórios de fim de ano”, e mais um trabalho de não sei que matéria, em que é possível ouvir as vozes de todos os Jokers. Depois, falamos sobre o último dia de aula, e nossas travessuras ligando a TV do colégio pra assistir Dragon Ball Z em “O último dia de aula”, e o AgaGê frustrou-se ao descobrir as “Mentiras nossos pais contam + como ele descobriu”, entrando em um quadro de depressão profunda, chegando quase à morte. AgaGê postou sobre músicas de recordação, e nós, em posts separados, falamos sobre as tradicionais festividades de fim de ano: eu, sobre como a sociedade as encara, e AgaGê, prometendo coisas pro novo ano.

Em janeiro, como tudo no Brasil, nada funciona, porque todo mundo vem pra a Bahia curtir a praia e estimular o desenvolvimento de câncer de pele torrando no sol das 9 da manhã até as 5 da tarde. Nós porém, somos nerds, não saímos de casa, não vamos à praia, não torramos no sol. Resolvemos fazer umas mudanças no layout do blog e inaugurá-lo com uma Trollagem. Na verdade a idéia da Trollagem foi do AgaGê, com sua mania de querer ownar os outros. E ele, que não é malandro nem nada, futucou na pior ferida que se pode futicar atualmente: Crepúsculo. Fizemos mais uns posts irrelevantes sobre casualidades de nossas vidas, e um post sobre ameaças maternas.

Calma filho, já to terminando, eu sei que você já cansou de ler, mas vamo lá.

Em Fevereiro, a produção também foi baixa. AgaGê discorreu sobre a lenda urbana do “homem perfeito”, que por sinal foi um dos posts mais bem argumentados que ele já fez, na minha opinião, e eu fiz um sobre a maldade das criancinhas. Falamos sobre carnaval, sobre tragédias, e como as notícias dessas tragédias se espalham rápido. No fim do mês, o GM fez mais dois posts: um deles te incentivando a parar de ler isso aqui e ler algo realmente útil – coisa com a qual concordo plenamente. Outro, sobre nossa tristeza com o fim das férias – ao menos acho que é disso que ele trata no post.

Chegamos enfim, ao mês presente, que já está indo embora, em que eu falo sobre as emoções de um primeiro dia de aula, e AgaGê sobre o que ele realmente faz na sala. Após isso, ele fez um post comemorando o aniversário de um ano do blog, mas deixou a outra metade do trabalho pra mim, que terminei o post 3 dias depois, porque ele é um preguiçoso, e eu também.

Findo então esse excremento textual agradecendo a você que nos deu incentivo a continuar com essa joça por um ano, e que vai continuar fazendo-o, ou a Supernanny vai te colocar no cantinho da disciplina.

UM ANO MANO, UM ANO \Õ/

2 comentários sobre “Parabéns pra você… – Parte 2

  1. caramba, vcs realmente condensaram 1 ano em 2 posts, XD, Isso mostra o conteúdo que o blog tem. aushauhuahs brinks, agente sabe que apesar de cultura inútil, qualquer tipo de cultura é melhor que a globo.

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