E eis que inventei de ir pra longe

Antes de mais nada, quero usar este texto como um diário. Daqui a alguns meses, talvez anos, vou lê-lo novamente e perceber o quanto eu melhorei (ou piorei, mais provável), ver o que eu tava sentindo na época – da maneira mais máscula possível, por favor; estou falando de incertezas sobre o futuro e etc., não vem com piadinha -, e fazer um flashback ao som de Foo Fighters, que é o que eu tenho ouvido ultimamente, pra poder entrar no clima deste passado (que é presente ainda).

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Rapidinhas da virada

Poisé negada, o ano tá chegando ao fim e eu não escrevi porra nenhuma. Foda-se. Aliás, do pouco que que escrevi, eu também não falei quase nenhum palavrão. Novamente, foda-se. Não amadureci, não perdi a graça, continuo a mesma merda de sempre, só um pouco mais estressado e com o fígado um pouco mais estragado.

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5 – Coisas que eu aprendi na faculdade

Quando a gente entra na faculdade, a primeira coisa que a gente aprende é que “Bixo é burro e tem que se fuder!”, e isso é 100% verdade. Isso se deve ao fato de que, quando um bixo sai de sua casa, debaixo da aba de sua mãe, sai da criação com vó, o mundo é totalmente diferente, e é aí que as pernas tem que ficar fortes pra andarem sozinho. E também porque a gente é burro mesmo.

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