Como eu aprendi a tocar instrumentos

Era uma vez um garoto galego que morava no interior da Bahia, em Coroa Vermelha. Este garoto, por volta dos seus 13 anos de idade costumava gastar seu tempo com jogos eletrônicos, partidas de futebol no chão de terra batida ou no regionalmente famoso Campo da Mussurunga, ou só tentando descobrir o motivo de tudo existir e o porquê de as pessoas fazerem faculdades e de preferirem ketchup a maionese na maioria dos casos.

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Carta para o eu-do-futuro

E aí, vacilão.

Este aqui é o seu eu-do-passado, te dando dois dedos de conselhos que podem ser pra bem ou pra mal. Você, daqui 10 anos lendo isso, pode se maravilhar ou se decepcionar, assim como o eu-de-agora se decepciona com o seu eu-de-5-anos atrás (15 anos no total, tendo a sua data como referência, no caso).

Quero te falar sobre algumas coisas que tão acontecendo por aqui, . Você mora num apartamento no qual caso a janela fique aberta por muito tempo, entram pequenos insetos em busca da luz que a sua lâmpada fluorescente emana. Você comprou um abajur pra tentar reduzir este problema – e também pra reduzir a aparência de escritório do seu quarto -, mas vive esquecendo de utilizá-lo. Você continua preferindo utilizar chinelos a sapatos.

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5 avisos pra você que quer fazer computação

Dias atrás, postei na minha conta no Medium um texto com o título: “5 conselhos pra você que vai ingressar no ensino público superior no Brasil“, onde tentei passar um pouco da minha experiência de 4 anos na faculdade para quem ainda está ingressando.

Eis que resolvo postar um texto seguindo a mesma métrica, porém escolhi esta bosta de site (que precisa urgentemente ter seu domínio renovado, aceitamos doações) para receber tanta sabedoria de quem já ultrapassa seu oitavo ano nos estudos formais dos computadores. Continuar lendo

6 Coisas que vão acontecer quando a Bahia dominar o Brasil

É inegável que vivemos um momento de crescente paranóia, principalmente advinda dos setores mais reacionários da socidade, que temem a instauração do comunismo aberto ou uma revolução cultural, tal qual ditada por Antonio Gramsci. O que poucos sabem é que, na verdade, JÁ vivemos uma revolução silenciosa, ardilosa e muito bem pensada e executava, a REVOLUÇÃO ORDINÁRIA. Continuar lendo

Peculiaridades universitárias #4 – Festas

Há um tempo atrás, na ilha do sol, citei um trecho do capitães da areia que discorria sobre a consciência do heróico no dia-a-dia. É estranho porque eu mesmo nunca parei pra pensar que talvez haja um quê de heróico e um quê de romance na vida universitária. Talvez essa falta de sono e esses porres homéricos tenham uma aura mística para alguém que veja de fora, estando apenas esperando para serem narrados em uma ilíada moderna ou coisa parecida.

Eis que eu vejo um texto da vice sobre uma festa em São Paulo. Como um dos próprios organizadores diz:

A ideia das festas sempre foi focada em bagunçar! Diversão sem limites, sem aquela coisa de “ir pra festa e ficar fazendo carão”, segurando o drink e dando passinho prum lado e pro outro. A nossa ideia sempre foi criar uma experiência completa, algo que fosse memorável e realmente divertido pra quem fosse na festa.

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